Avaliação do estado de conformidade LGPD a toque de caixa

A W2CONN é uma Startup do segmento de auditoria e controle com grande especialização em Serviços Corporativos. Nosso carro chefe é um sistema online de autosserviço de avaliação de gestão executiva chamado BRAVO360. O objetivo da suíte é simplificar a visão do negócio para o executivo do ponto de vista de risco de negócio.

Nossa metodologia de análise de risco (que onde está a inovação) transforma a realidade de um serviço em números que podem ser traduzidos em um semáforo ou desmontado para gerar base para planos de ação. Veja o exemplo da LGPD:

Quando analisamos o cenário interno com o gabarito da LGPD na ferramenta, oferecemos um semáforo Go-no-Go para o executivo chefe. Os relatórios auxiliares contém toda a instrução para as equipes gerenciais e operacionais organizarem os investimentos e projetos para reverter o semáforo. O pulo do gato é que a acuracidade da informação é quase 100% e o tempo para essa análise é de apenas algumas horas, variando de 2h a 16h de esforço em grandes empresas.

Pois bem, se houver uma oportunidade para apoiar a sua empresa nesse esforço de conformidade ou alguma outra iniciativa, por favor, conte conosco.


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BRAVO 360 – ANÁLISE DISRUPTIVA DO DESEMPENHO DOS RISCOS E SERVIÇOS DE TI

  • Núcleo de Machine Learning  (IA) para análise de riscos para executivos e acionistas
  • Dashboard com informações de risco e garantia de capacidade de entrega de TI
  • Inovação na dinâmica entre TI e as oportunidades do negócio
  • Aprimoramento e reconstrução do perfil dos indicadores de TI
  • Revisão do risco jurídico legal (CPP) e civil (LGPD, CPC) vinculado as atividades e entregas de TI

A moeda americana – por Roberto Vertamatti

Segue uma pequena análise que fiz diante de um vídeo recente que dizia sobre o fim do dólar americano. A análise que faço abaixo envolve números com fontes de informação no FMI, no FED, no BCE, etc. Vamos aos números e análise:

Dados sobre os volumes armazenados de ouro pelos principais países:

  • Estados Unidos são, de longe, quem tem a maior reserva em ouro do mundo – são 8 milhões e 100 mil kg. O valor equivalente em dólar, pela cotação do ouro de hoje, em algo como 350 bilhões de dólares.
  • O segundo em reservas em ouro é a Alemanha com 3 milhões e 400 mil kg.
  • O terceiro o FMI (sim o FMI) com 3 milhões de kg.
  • A Itália tem 2 milhões e 400 mil kg.
  • A China tem 1 milhão de kg.
  • A Rússia em 700 mil kg.

Como sabemos o economista John Maynard Keynes tentou evitar, desde os primeiros entendimentos para o acordo de Bretton Woods, em 1946, que o padrão ouro lastreasse o sistema financeiro internacional. Evidentemente os números financeiros globais, já em 1946, eram muitíssimos superiores às reservas em ouro. Interessante que os Estados Unidos em 1946 quis que o padrão ouro continuasse, mas foram os responsáveis por sua extinção em 1971.

De certa forma o padrão ouro, quando estabelecido no século XIX pretendia que as nações tivessem, como garantia, uma certa quantidade de ouro para suportar as negociações com suas moedas.

Outro ponto importante – seguem os principais produtores e consumidores de petróleo no mundo. Dependendo do momento da tomada da informação, os números variam, mas a ordem de grandeza é a que segue.

Maiores produtores em milhões de barris dia:

  •  Estados Unidos 11,6
  •  Arábia Saudita 11,5
  •  Rússia 10,0
  •  Canadá 4,3
  •  China 4,2
  •  Brasil – 12º produtor mundial com 2,5

 

Maiores consumidores em milhões de barris dia:

  •  Estados Unidos 18,5
  •  China 10,2
  •  Japão 4,7
  •  Índia 3,6
  •  Rússia 3,2
  •  Brasil – 7º consumidor mundial com 2,8

A economia hoje em dia, cada vez mais digitalizada, tem títulos de curto, médio e longo prazos, de diversas modalidades, emitidos por bancos, mas principalmente por países. Para se ter uma ideia a China tem 3 trilhões e 500 bilhões de dólares em títulos em suas reservas, sendo que 95% desta reserva, são títulos do governo americano. O Brasil tem reservas de 380 bilhões de dólares, sendo 95% em títulos do governo americano.

Os países desenvolvidos conseguem negociar seus títulos de longo prazo no mercado internacional, mas é os Estados Unidos que praticamente dominam este mercado com os seus títulos. Países como o Brasil negociam os seus títulos, substancialmente, no mercado interno.

Somente com a numerologia que passei acima, podemos concluir que o vídeo que circulou recentemente, que dizia que o dólar iria virar pó, é uma grande Fake News.

É possível que a China esteja querendo valorizar um pouco a sua moeda o Yuan, então esteja querendo operar em Yuan e dar lastro em ouro (mas isto é marginal, pois sabemos quais as reservas da China).  Mesmo que a China compre todo o ouro do mundo, o valor ainda seria pequeno diante dos títulos que circulam a nível mundial (principalmente títulos do governo americano é que tem aceitação global).

Sem dúvida que o tamanho da economia americana é o grande lastro, além de ter aproveitado muito bem o seu sucesso na segunda guerra e, digamos, encaminhado as negociações mundiais tendo o dólar como referência e padrão. Os Estados Unidos tem um PIB anual de 18 trilhões de dólares. A China tem um PIB anual de 9 trilhões de dólares – é o segundo país em tamanho da economia no mundo.

Acho perfeitamente normal a China forçar um maior reconhecimento para o Yuan, pois sua economia é gigantesca, mas somente pode mudar algo da relação que temos hoje, a longo prazo, com esforços consistentes ao longo dos próximos anos, assim mesmo acho improvável no quadro e relações atuais.

Podemos também observar que o petróleo não é a grande riqueza do mundo, sem dúvida que é muito importante, mas pelos quadros de produção e consumo, as distâncias são enormes  para qualquer outro país que não seja os Estados Unidos. Além disto, os Estados Unidos, caso necessitem, podem em poucos anos, tornarem-se autossuficientes em energia, produzindo o que necessitam com o Xisto.

Nas últimas 5 décadas, houve vários movimentos mundiais para estabelecer uma outra moeda, que não o dólar, como referência. Falou-se e falasse em uma cesta de moedas incluindo, recentemente, também o Yuan, mas nunca foi além das discussões teóricas.

Um abraço e fico à disposição.

Roberto Vertamatti
Diretor de economia da ANEFAC, sócio diretor da APUS – Business Development & Consulting e, da W2CONN Consultoria, em São Paulo.  Professor FCU (Flórida), USCS, FGV, FIAP e Autor do livro “Ética nas Empresas em um Mundo Globalizado”, onde trata de assuntos relacionados a ética empresarial e como essa prática pode influenciar os profissionais de uma organização.

Transforme seu negócio em 4×4 – quatro razões e quatro fases para inovar

Olá, aqui é o Marcelo Egito
Você sabe o que a UBER, TWITTER, WhatsApp, FireChat e a maior
ia das Startups na FIESP tem em comum?
 Todas são empresas de sucesso e compartilham em seu DNA uma estratégia comum de gestão.

A W2CONN preparou para você um e-book gratuito que apresenta 4 razões para ajudar você a entender como agir nesse novo cenário corporativo repleto de mudanças e de casos de sucesso que parecem inalcançáveis. Revelamos o segredo das inovações de sucesso. E ainda apresentamos um roteiro de como usar a ITIL para alavancar seu negócio em quatro fases.

Tanta coisa no mercado tem mudado e a forma como fazemos dinheiro com nosso conhecimento e experiência também está assumindo uma nova forma.

Aproveite agora e baixe gratuitamente seu e-book.

Bons estudos!!
Marcelo Egito
Gostou do que viu aqui?
Então você precisa conhecer nosso Blog:

Quando o assunto é TI, você sabe quais riscos evitar?

Quais controles podem mitigar os riscos mais sérios da minha empresa?
Uma coisa que os empreendedores e gestores de empresas tem em comum é a convivência com riscos. Riscos são parte do negócio (de qualquer negócio). Riscos são um problema basicamente em dois casos, quando nos pegam desprevenidos, apesar de sabermos que estão lá, ou quando nos pegam desprevenidos e nós nem sabíamos que eles estavam lá. Pense na barragem de Mariana em Minas Gerais. Qual desses dois pareceu ser o caso? É provável que os dois, uma parte dos gestores nem sabia dos riscos e outra não achou que iria acontecer.

Pois é, o risco alheio normalmente é mais simples de ser analisado e julgado, mas e o nosso? Pergunte-se: Quais riscos em TI foram assumidos e quais estão sendo ignorados? Quais riscos poderiam afetar meu negócio e comprometer meus resultados? Será que alguns riscos tratados não poderiam resultar em vantagem para o negócio além do óbvio de se estar protegido? Será que alguma oportunidade não passou despercebida junto com seus riscos? Em alguma Mariana por aqui?

Riscos fazem parte do negócio, mas riscos desconhecidos não são aceitos. Identifique já (e de graça) seu perfil de riscos de TI.

Vírus, sequestro de dados, invasão – você será o próximo?

Como evitar a exposição indevida a ataques cibernéticos?
Chega a parecer quase impossível se proteger contra as ameaças que vem pela internet. Pior ainda é saber que não dá para ser 100% seguro nem que dinheiro para isso não fosse um problema. Basta, portanto, nos concentrarmos no que dá para fazer e fazê-lo bem feito. Antes fosse realmente simples cuidar da segurança da informação no mundo da internet das coisas e coisas de vestir ligadas a rede!

Há alguns anos atrás, nosso maior desafio era definir os limites das nossas fronteiras digitais, nosso dome e pronto; bastava ser sério e cético e a segurança estava encaminhada. Hoje não existem fronteiras digitais definidas, em nossas redes vários equipamentos inofensivos podem ser um vetor de ataque. É comum encontrar empresas que não estão preparadas para o básico, que dirá para um ataque de verdade!

Na lista de sequestrados é interessante notar como muita gente conhece alguém que teve dados roubados, sistemas invadidos ou identidade comprometida.

Com tudo isso cada gestor de empresa precisa acabar tendo que saber ao menos alguma coisa sobre o assunto. Está aí o motivo de uma notícia séria sobre vulnerabilidade do Windows ganhar mais repercussão que o Temer em tempos de Lava Jato.

Você será o próximo da fila na lista de empresas sequestradas? Saiba que riscos evitar e quais controles implementar para sair dessa fila. Conheça a BRAVO360.

Fale conosco: contato@w2conn.com.br ou +55 11 4200-7847

Como não ser demitido pelo erro de todos, uma receita para se proteger.

Ser demitido é uma das piores experiências que um profissional pode experimentar. Parece que fica pior se nessa hora levarmos a carga pelo erro que outras pessoas dividem conosco. Mesmo sendo um risco sério, podemos agir para nos proteger.

Quando alguma coisa dá errado parece que existe um alívio em saber que você não foi o único a se dar mal. É verdade que “errar junto” pode servir como justificativa para uma falha corporativa, um projeto que deu errado ou um investimento que não deu certo. Mesmo assim, no final a conta é sempre paga individualmente e não em conjunto. Mais importante é que as vezes quem ´paga a conta é um CPF e não um CNPJ, ou seja, a conta por uma falha corporativa pode ser paga com uma demissão e com a ruína da reputação de uma pessoa e não de uma empresa, que em geral pode até se manter andando – veja o caso dos irmãos JBS – o CPF pagou de um jeito (ou deveria), o CNPJ vai sobreviver (ou ao menos está).

Mesmo parecendo injusto, o fato é que desde os tempos construções das pirâmides do Egito, quando algo ia mal, alguém pagava com a cabeça – e naquele tempo era literalmente. Uma importante chave para nosso desafio atual é ter a informação certa e desprovida de emoção antes de iniciarmos uma jornada, ou projeto, que poderá vir a ser o nosso último na empresa. Sobre esse assunto, o SEBRAE tem uma grupo de documentos da série Comece Certo que valem mais do que parecem. Podem parecer que se tratam apenas do desafio de pequenas empresas, mas é ai que está seu valor. Qualquer departamento, grupo de trabalho ou equipe de projeto é equivalente a uma pequena empresa operando dentro de uma maior. Posto de outra forma, se um gestor de área ou projeto se posicionar como empreendedor e aplicar minimamente os princípios e procedimentos básicos de um micro empresário suas chances de sucesso são multiplicadas. Parte do sucesso estará na visão mais clara e pragmática dos riscos na sua atividade. Algumas vezes nos cercamos de tantas siglas e frameworks que nem percebemos porque eles existem ou para o que são úteis. É nesse hora que o “mind set” do pequeno empresário faz a diferença. São peritos em ir direto ao ponto e o SEBRAE conhece bem esse jeito de pensar. Por isso essa série pode ser tão útil. Algumas horas estudando esse material pode fazer a diferença na forma como fazemos a gestão do que nos foi confiado. Veja no material como assuntos como riscos, planejamento e controle podem ser mais simples e funcional que o trivial das grandes empresas.

Por fim, conhecer os riscos corporativos e os tratar de modo a manter os custos e o desempenho necessários para a operação planejada pode ser a diferença entre vencer ou ter que explicar o que aconteceu e que você não viu.

Você não é expectador da sua história, tenha o controle dos riscos que podem comprometer seu negócio. Veja como o módulo de analise de perfil de riscos da ferramenta BRAVO360 da W2CONN pode ajudar você e seu negócio a se proteger. É grátis e rápido, acesse aqui!

Crescimento planejado para seu negócio

Você não está parado, mas como dar suporte ao crescimento planejado do seu negócio?
Planejar o crescimento do seu negócio em tempos de oscilações de mercado, Trump, Kim Jong-um, Lava Jato, eleições e irmão JBS não é uma tarefa simples. Deixando a estratosfera e descendo um pouco mais para o universo de quem precisa produzir hoje e planejar o amanhã, o desafio é acertar a mão quanto a amplitude do prazo do nosso planejamento. As variáveis que não temos controle não são poucas e algumas delas são sensíveis aos atores citados nesse texto. Pois bem, devemos nos concentrar então no que está mais perto, mais fortemente influenciado por nossas decisões e ao alcance do nosso esforço.

Nesse cenário é necessário poder contar com informações financeiras de qualidade e confiáveis. Esses dois atributos da informação dependem basicamente da forma como tratamos os riscos que podem afetar as informações e do grau de automação dos processos internos. Devemos entender que processos bem estruturados são constituídos por pessoas bem instruídas e disciplinadas. Esses fatores, por sua vez, dependem de um sistema de apoio a decisão e controle de fluxo de trabalho. Aumentando a grau da nossa lupa ao olhar para o cenário veremos que na base de tudo estão controles escolhidos com precisão. Em termos simples, a cadeia para o suporte ao crescimento planejado segue, em linhas gerais, a trilha: “pessoas > dados > controles > processos > sistemas > informação”.

A BRAVO360 é uma aliada para o planejamento bem-sucedido do seu negócio. Saiba quais riscos de TI poderiam afetar seu planejamento com a BRAVO FREE RISK. É de graça e rápido, acesse.

Que controles devem ser implementados para proteger o patrimônio e o nome da empresa?

Em um curso no IPT em São Paulo, um aluno dividiu um pensamento em sala de aula. Ele era gestor de uma ferramenta de geração de informações para os clientes e acordou um dia com um problemão. Seu sistema havia mandado os extratos de informações financeiras de um cliente para outro (leia-se muita gente). Esse colega contou que quase perdeu seu emprego nesse episódio. Normalmente nos compadecemos de quem passa por um problema desse mas existe outro ator nessa cena que naquela conversa passou despercebido. No contexto da sala de aula estávamos focados na pessoa, o CPF, mas e quanto ao CNPJ, ou seja, a empresa? Pois é! Nesse caso específico a coisa passou sem maiores problemas, no entanto o jogo poderia ter acabado de outro jeito.

Pense por um instante que da noite para o dia uma falha sistêmica poderia comprometer drasticamente a imagem de uma empresa. Contra prejuízos reais, pedidos de desculpas nem sempre são suficientes. Clientes insatisfeitos podem significar um câncer difícil de ser curado.

A primeira impressão é a que fica – você sabe quais riscos de TI poderiam afetar sua imagem e reputação? Resolva isso já!

Como ter agilidade das operações e os custos equilibrados?

Quando pensamos em agilidade é comum vir a mente empresas inovadoras que se reinventam em questão de meses, leia-se startups e as fintechs. Os negócios tradicionais estão realmente em uma “curva de rio” na sua vida. Apesar de desde sempre ter havido negócios inovadores e pessoas empreendedoras na história do comércio e das industrias, o fato é que vivemos um momento único na história dos negócios. O mundo corporativo é pequeno, interligado e ávido por novidade. Os jovens são mais empreendedores, há mais espaço para a criatividade e todo mundo tem pressa. É verdade que bons ventos nem sempre sopram para todos os lados, mas o universo dos aplicativos e soluções integradas e personalizadas é um fato presente e impactante.

Veja o esforço para lutar com as “pequenas” fintechs financeiras que grandes empresas como Banco do Brasil e Itaú, só para citar alguém, tem empreendido. Agora imagine como anda a cabeça de um gestor de empresa média, familiar, com um passivo trabalhista razoável e um vivendo a necessidade de atualização tecnológica de seu parque de TI ou industrial. Esse pessoal não dorme com medo dos custos inesperados, produtos importados, dos irmãos JBS ou das notícias da Lava Jato, sem falar das super aceleradas startups que podem mudar o rumo ( e os custos) de tudo em questão de meses.

Nessa guerra, todo arsenal corporativo deve estar em prontidão. No centro da maioria das manobras está o pessoal de TI e suas “soluções”. A questão é, dá para manter um olho na operação, outro nos custos e as mãos no volante da empresa sem a ajuda de TI?

A agilidade do seu negócio depende muito de como você usa sua TI. Veja de graça quais riscos precisam ser vencidos para que sua TI mantenha sua empresa ágil. Acesse a BRAVO FREE RISK