Como ter agilidade das operações e os custos equilibrados?

Quando pensamos em agilidade é comum vir a mente empresas inovadoras que se reinventam em questão de meses, leia-se startups e as fintechs. Os negócios tradicionais estão realmente em uma “curva de rio” na sua vida. Apesar de desde sempre ter havido negócios inovadores e pessoas empreendedoras na história do comércio e das industrias, o fato é que vivemos um momento único na história dos negócios. O mundo corporativo é pequeno, interligado e ávido por novidade. Os jovens são mais empreendedores, há mais espaço para a criatividade e todo mundo tem pressa. É verdade que bons ventos nem sempre sopram para todos os lados, mas o universo dos aplicativos e soluções integradas e personalizadas é um fato presente e impactante.

Veja o esforço para lutar com as “pequenas” fintechs financeiras que grandes empresas como Banco do Brasil e Itaú, só para citar alguém, tem empreendido. Agora imagine como anda a cabeça de um gestor de empresa média, familiar, com um passivo trabalhista razoável e um vivendo a necessidade de atualização tecnológica de seu parque de TI ou industrial. Esse pessoal não dorme com medo dos custos inesperados, produtos importados, dos irmãos JBS ou das notícias da Lava Jato, sem falar das super aceleradas startups que podem mudar o rumo ( e os custos) de tudo em questão de meses.

Nessa guerra, todo arsenal corporativo deve estar em prontidão. No centro da maioria das manobras está o pessoal de TI e suas “soluções”. A questão é, dá para manter um olho na operação, outro nos custos e as mãos no volante da empresa sem a ajuda de TI?

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